Seguidores

Páginas

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Faz parte da vida

Se querem saber o "porque" [Não sei as regras dos "porques", não me corrijam], mas se querem saber o motivo desse título, digo que eu também não sei, mas vai ser ele e pronto.
Quando eu ainda estava no colégio, por volta dos 16 anos, uma colega de classe [Aliny] tinha sofrido um acidente de bicicleta, mas o acidente foi entre ela na bicicleta e um muro da rua, apenas isso, mas ela foi forte e quebrou o muro "no peito" e ela realmente tinha os seios um pouco grandes, tá bom, muito grandes, e assim muitas piadas de pessoas maldosas foram feitas [odeio esse tipo de pessoa].
Certa vez a professora de português estava "dobrando" - ela estava dando aula em duas salas ao mesmo tempo, é impossível, mas aqui sempre dão um jeitinho -,e a sala que ela estava era do lado da minha, de forma que a parede do quadro negro era a parede que unia as duas salas. Nisso ela deixa alguma matéria para que essa colega de classe escrevesse no quadro e a turma copiasse... Péssima idéia, virou bagunça!
Os alunos começaram a chutar a parede do quadro com muita força,e realmente era um barulho não muito comum pra uma escola, a aluna "puxa-saco" continuava escrevendo a matéria no quadro, como se nada estivesse acontecendo. Chega a bendita professora, muito brava, querendo saber quem era que estava batendo na parede daquele jeito, ninguém falava nada, ela ameaçou retirar pontos da turma e nada... Pra quebrar o clima de tensão eu disse: Ohh Aliny, eu já falei pra você parar de bater os peitos no quadro quando você estiver escrevendo, atrapalha a outra turma lá!
Aliny: [Gestos obscenos]
Professora: Era isso mesmo que aconteceu Aliny? Se foi por isso não tem problema...
Aliny: Claro que não professora, é idiotice desse menino e blá blá blá [Palavras obscenas]

Acho que a professora tirou os pontos da turma mesmo, ou eu que não consegui tirá-los, mas tudo bem, acontece com qualquer um... Mas meu modo de pensar solucionaria o problema sem ninguém sair prejudicado! Fazer o que né?
Flw povo!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Nota da Árabe [Sobre ela ¬¬]

Fontes confiáveis (eu acho) me disseram que a Árabe teria feito uma cirurgia no nariz e parece que ela não é mais árabe por conta disso... Seria ela uma desertora? Vai saber.

Ah, quem me disse foi a Juh, e ainda contou que fez um social com ela... É muita falsidade mesmo!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Quem é Árabe?

Um dos poucos dias que me senti envergonhado com algo... Fazia cursinho em São Paulo e tinha alguns amigos que sempre voltavam no mesmo ônibus que eu, tempos legais aqueles... Muitas histórias engraçadas, uma delas foi quando um amigo disse [Apontando pra menina que estava sentada na poltrona frente a minha] que ela era árabe.
Curioso, perguntei se ela era árabe realmente, mas fui ignorado e fiquei chamando-a de árabe, só pra não demonstrar que estava sem graça com a situação.
Bom, ela não era árabe, só era nariguda... Mas não sei reconhecer um árabe e levei a sério que ela poderia ser árabe.
Passaram-se os dias e sempre que eu a via, tinha que mexer de alguma forma. Um belo dia, parado em frente as salas de aula com a turma, a árabe passa, pois a sala dela era ao lado e eles comentam que ela não gostava das brincadeiras. Ju(liana) uma da turma, disse que não sabia quem ser a árabe, tentei explicar falando a cor da blusa que ela sempre usava, o nariz gigante, mas não adiantou, eu a vi entrando na "minha" sala e disse: Ju, acho que ela está em nossa sala, dá uma olhada, só ela tem essas características...
A Ju vai dar uma olhada e o Arthur vai junto pra ajudá-la na identificação do corpo [Do ser por inteiro]... E nada feito, ai ficaram naquela: Cadê a Árabe? Cadê a Árabe?
Quando olho para o lado, estava ela, a menos de 2 metros de mim, não ia dar tempo de avisar pra Ju e pro Arthur que a Árabe estava vindo e que ia pegar os dois falando dela. Não deu outra, eles estavam bem parados na porta, ela foi entrar, mas não pediu licença, ficou esperando eles se tocarem... Nisso a Ju diz mais uma vez: Mineiro [Eu], vem aqui e me mostra quem é essa Árabe porque ela não está aqui dentro!
Arthur olhando para a árabe diz: Ju, deixa a menina passar...
Quando ela passa ele diz: É ela, é a árabe!
kkkkkkkk
Minha reação foi a de baixar a cabeça e sair para "tomar um ar". Vem a Ju e o Arthur se referindo com palavrões a mim, dizendo que eu fiz aquilo de propósito, etc e tal.

Deixando claro, não foi de propósito, não faria isso de propósito... Faria, tudo bem, mas dessa vez foi sem querer mesmo.

É só, não estou dizendo que é engraçado isso... E não vou ficar editando isso aqui mais, se tiver algum erro, vai ficar errado, se não compreenderem alguma coisa, se virem, não vou ficar desenhando!
E tenho dito.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

A história do feijão...

Era uma vez dois irmãos, um chamava Rodrigo (mais velho) e o outro Thilden (precisa falar?). Como sempre, o mais velho batia no mais novo, mandava o mais novo fazer as artes para ter a quem culpar... Só que nessa casa, o mais novo era visto como ruim - sem motivos aparentes. Lembro que uma vez resolvemos colocar cascas de banana nas escadas para quando meu pai chegasse, a idéia era que ele iria cair, e no final da escada [em cima] tinha um tambor com um buraco que dava pra ficar vigiando quando ele chegasse. Rodrigo entra nesse tambor e quando eu vou entrar ele não deixa, mas não pensem que fiquei triste e fui chorar não, olhei bem pra ele e empurrei o barril com ele lá dentro... Foi engraçado o tambor rolando escada abaixo e meu irmão lá dentro gritando "Esse menino é doido, esse menino é doido". Muitas outras coisas aconteceram na infância, que se eu animar contarei aqui de vez em quando, mas a do feijão eu vou contar pra que vocês tentem entender como funciona a mente de uma criança...

Eu e o Rodrigo de castigo catando feijão para a mãe, e o Rodrigo fazendo aquela pressão: Duvido que você coloca esse feijão dentro do ouvido, se você fizer isso eu cato ele sozinho...
Não duvidem de mim, ainda mais quando sairei beneficiado! hehe
Peguei o grão e coloquei dentro do ouvido. Eu era o máximo naquela hora, meu irmão duvidou e eu fiz... Mas quando a sensação de grandeza e poder [Por ter coocado o feijão no ouvido] estava passando, fui tirar o grão e não conseguia. Tentei, tentei e tentei de novo, ai comecei a apavorar pensando que nunca mais aquele feijão iria sair do meu ouvido e comecei a chorar. Tudo bem, eu era criança, mas foi legal que meu irmão começou a desesperar também, afinal ele foi quem teve a idéia.
Minha mãe foi ver o que tava acontecendo e com muito custo e paciência ela conseguiu remover...
Resultado: Ficamos de castigo por um bom tempo.

Mas de tudo isso, ainda tiro uma coisa boa e transmito a vocês como um conselho:
"Ensinem as crianças a fazerem isso, e aprendam, assim como minha mãe aprendeu que catar feijão é muito perigoso"

Coisas que me fazem rir [Já fizeram, não fazem mais]

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Nota

Você que vive terminando e voltando, poderia pelo menos não ficar alterando o status (namorando) do orkut, isso enche o saco da gente nas atualizações!

E você que joga Colheita Feliz, pra que eu tenho que saber disso? Não conto os meus jogos que são bem mais interessantes que esses em atualizações...